Minas Gerais é o segundo estado mais populoso do Brasil, com cerca de 21 milhões de habitantes, ficando atrás de São Paulo, apenas. Além disso, é o quarto maior em extensão territorial (ficando atrás do Amazonas, Pará e Mato Grosso) e o que possui a maior quantidade de municípios, totalizando 853.

No nosso último artigo, trouxemos diversos dados sobre a participação do estado de São Paulo no Comércio Exterior. Hoje, falaremos sobre a importância de Minas Gerais, que ocupa o segundo lugar no ranking geral das exportações nos últimos anos e a sexta colocação no ranking das importações.

Apesar do caos da pandemia ainda presente em 2021, o ano passado representou uma grande retomada econômica se comparada ao período de 2020. As exportações mineiras saltaram 45,1% no período, as exportações subiram 58,2% e a corrente de comércio, ou seja, a soma de todas as importações e exportações tiveram alta de 48,2%.

Exportações

As exportações de 2021 atingiram o valor de US$38,2 bilhões, sendo responsável por 13,72% de tudo o que o Brasil exportou no ano. A China foi o principal destino das exportações do estado, com 41% de participação, seguida dos Estados Unidos (6,6%), Barein (4,7%), Holanda (4%), Alemanha (3,4%), Japão e Argentina (3,2% cada).

Do total que Minas Gerais exportou no ano, US$18,1 bilhões, ou seja, 47% foram minério de ferro e seus concentrados, um dos principais produtos que compõem a pauta exportadora do país e que possui grande relevância no estado de Minas com suas centenas de minas e jazidas, onde diferentes tipos de minérios são encontrados. Em seguida, vem o café, com 12% de participação nas exportações do estado de Minas Gerais, o ferro-gusa e pó de ferro ou aço com 8,5% do total e a soja, que também está no top 3 das exportações nacionais, com 5,5% de participação em Minas Gerais.

Importações

As importações do estado de Minas totalizaram US$13 bilhões, representando uma alta de 58% em relação a 2020. Assim como nas exportações, a China é a principal parceira nas importações brasileiras, com 23% de participação, seguida dos Estados Unidos, que deteve 12% no ano passado, Argentina, com 7,2%, Rússia, 5,5%, Itália, 5,4% e Alemanha, com 4,6%. Produtos da indústria de transformação ocupam a maior parte da lista de tudo que o estado importa, com destaque para adubos ou fertilizantes químicos, carvão, veículos automóveis de passageiros, instalações e equipamentos de engenharia civil, válvulas e tubos termiônicos, partes e acessórios de veículos, equipamentos de telecomunicações, dentre outros.

Iara é graduada em Relações Internacionais e Comércio Exterior é produtora de conteúdo da página ComexLand, possui experiência de mercado na área comercial, de logística e importação.

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